O péssimo jornalismo amador dos jornais de criptomoedas grandes

Tudo começou em um dia qualquer de discussões no Twitter, um rapaz que sigo há um tempo por postar conteúdos de qualidade (ele realmente estuda) e ter poucos seguidores (até por que quem posta coisas técnicas e profundas não costuma ter muitos seguidores), teve um post viralizado ao fazer da Cardano. De repente, um jornalista da Cointelegraph responde dizendo que Crdano não é diferente da bitcoin cash! Fiquei pasmo. Esse jornalista pensou isso pois a Bitcoin cash estava criando uma funcionalidade de smart contracts. Mas imagine a ignorância de pensar que isso faz esse protocolo ser a mesma coisa que Cardano, que usa UTXO em smart contracts e tem tantas diferenças estruturais que faltaria espaço em um livro para citar todas. Como era de se esperar, o micro influencer técnico que eu seguia deu uma aula para ele explicando as diferenças, e esse jornalista seguiu discutindo falando as maiores asneiras possíveis.

Isso retrata bem o nível do jornalismo cripto no Brasil e no mundo. A gente não chega nesse assunto como quem entra numa sala branca e medita; entra como quem tenta atravessar uma feira barulhenta, onde cada banca grita “breaking!”, “urgente!”, “token dispara!”, “exchange faliu?” e, quando você puxa o fio de qualquer manchete, descobre que o novelo é uma mistura de press release, rumor de Telegram e leitura apressada de um contrato inteligente. Dá para fazer melhor, dá para fazer muito melhor e é curioso como os erros se repetem com uma previsibilidade quase mecânica.

Começo pelo motor escondido. A base econômica de boa parte dos portais cripto é publicidade direta de exchanges, afiliados, patrocínios de protocolos ou “parcerias estratégicas”. Isso por si só não estraga nada; o problema é quando pauta, tempo de publicação e até vocabulário começam a dançar ao som do caixa. Quando os incentivos premiam velocidade e conversão, o texto vira túnel: empurra o leitor até o link de cadastro, não até a compreensão. E a pressa instala o vício que manda em toda a cadeia: publicar antes de entender.

Como um erro nasce e se propaga

jornalista falsário fingindo ser bom
Jornalista falsário

O roteiro é quase cinematográfico. Um “analista” posta uma thread com prints duvidosos; um site reempacota como nota breve; dois agregadores replicam; um terceiro coloca no título o que estava apenas insinuado; pronto, temos “mercado em pânico”. E ninguém volta para arrumar a bagunça quando a informação cai por terra. Correção é custo. Errata não rende clique. O leitor que se vire com a ressaca.

Aí você olha o parágrafo técnico e descobre que a tal análise “on-chain” é uma olhada em um dashboard público sem contexto, que os “endereços ativos” incluem um monte de automação, que o “TVL” foi confundido com “liquidez disponível”, que “queima de tokens” foi tratada como “redução permanente” quando, no contrato, a função permite resgates. Erro técnico sutil rende manchete barulhenta; acerto técnico silencioso rende… silêncio. E isso educa mal todo mundo.

O fetiche do título e a arapuca do preço

Existe um velho conselho de redação: se o seu título só funciona com interrogação, talvez você não tenha reportagem, tenha ansiedade. Em cripto, a interrogação virou muleta para empurrar especulação como possibilidade legítima. “Projeto X é golpe?” “Exchange Y insolvente?” “Regulador Z vai proibir?” Quase sempre a resposta é “não sabemos”. Mas a manchete plantou a imagem, e a imagem dirige o fluxo de capital mais do que a leitura fina dos dados.

O mesmo vale para o vício do gráfico de 15 minutos. Texto que se ancora apenas no preço mais recente vira boletim de torcida: quando sobe, é narrativa de triunfo; quando cai, é conspiração. O jornalismo profissional dá zoom in e zoom out, costura preço com fundamento, política monetária, microestrutura de mercado, profundidade de livro, dados on-chain, governança. O amador cola um screenshot e chama de análise.

Quando o repórter não sabe ler contrato e finge que sabe

Ninguém é obrigado a ser dev, mas quem cobre cripto precisa saber onde estão as armadilhas: funções de upgrade, multisig que muda quorum, parâmetros que alteram a emissão, oráculos com janelas de atraso. Não é sobre virar auditor; é sobre não transformar um comentário de Discord em “fonte técnica”. Jornais grandes erram feio aqui: tratam termos como “proxy”, “initializer”, “reentrancy” como floreio. Daí surge o parágrafo que afirma que “o contrato é imutável” enquanto, duas linhas à frente, cita um “admin” que pode pausar tudo.

Publicidade disfarçada de reportagem

Você reconhece o cheiro: “parceria estratégica”, “integração revolucionária”, “ecossistema vibrante”. É press release com capa de matéria. Falta o contraditório, falta o conflito, falta a pergunta chata. Se a peça não sobreviveria a três perguntas incômodas, não é reportagem; é marketing. E quando o marketing se veste de notícia, o leitor perde o termômetro. O mínimo decente é disclosure claro, separação visual e editorial entre anúncio e pauta, e uma cultura de recusar pressa quando o assunto mexe com dinheiro real.

Quer um exemplo de reportagem honesta e verdadeira? A página mais completa e verdadeira sobre ID Binance Code deixa bem claro que se trata de uma postagem de cadastro e cita todos os termos necessários, sem enganação. Já na Binance Square a realidade é outra e poucos artigos se salvam, esse postado recentemente com Binance code 2026 é um dos únicos que não mentem.

A praga do “copiar e rezar”

Agregadores fazem um serviço útil quando apontam para apurações originais. O problema nasce quando o ecossistema vira um espelho infinito: todo mundo copia todo mundo, e a origem da informação se perde. Sem origem, não há responsabilidade. Sem responsabilidade, não há apuração. E, sem apuração, qualquer “fonte próxima” ganha o mesmo peso do relatório público de um regulador.

Para visualizar o que acontece, vale um quadro rápido:

Sinal de alerta no textoO que provavelmente está acontecendoComo ler com segurança
Manchete com interrogação (“X é golpe?”)Falta apuração ou dadoProcure a evidência primária; se não houver, trate como opinião
“Dados on-chain indicam…” sem linkChute com vernizExija link para tx/contrato/dash; sem isso, ignore a conclusão
“Especialistas dizem” sem nomesAutoridade fantasmaSem nome e cargo, não é citação útil
“Parceria anunciada” sem termosPress release mal reescritoPeça termos do acordo, prazos, contraprestações
“Token queima e oferta cai”Confusão técnicaLeia a função; veja se é burn, lock, redeem ou apenas transfer para dead wallet
“Exclusivo” com base em tweetClick com etiqueta premiumVerifique horário e fonte original; “exclusivo” não transforma rumor em fato

O que os grandes poderiam fazer amanhã, sem desculpa

Um manual de redação específico para cripto caberia em três páginas e pouparia muita vergonha. Não é difícil:

  • Linkar tudo que é dado. Se cita transação, endereço, contrato, governança, leva o leitor para a origem.
  • Anotar hipóteses como hipóteses. Palavra que denuncia chute: “pode”. Palavra que denuncia honestidade: “não sabemos ainda”.
  • Padronizar glossário. Circulating supply, FDV, liquidez, TVL, market cap diluído ou define direito, ou não usa.
  • Checklist de risco antes de publicar. Quem perde dinheiro se eu estiver errado? O que posso medir agora? O que preciso perguntar?
  • Separar editorial de comercial com muro alto, disclosure visível e veto de pauta patrocinada travestida.

E, já que estamos falando de rotina, dá para tornar verificável o que hoje é teatro. Uma pequena “trilha de apuração”, no rodapé “checamos A, B, C; consultamos D, E; faltam respostas de F”, educa o leitor e blinda a redação.

Ferramentas simples que mudam o jogo

A beleza de cripto é que muita coisa é pública por padrão. Falta usar.

  • On-chain de verdade. Endereço, transação, bytecode, eventos. Uma matéria que fala de fluxo de tokens sem mostrar o caminho é um convite para mis-info.
  • Governança. Se o texto fala de decisão comunitária, precisa linkar a proposta, o snapshot, o fórum. Sem isso, vira fofoca.
  • Microestrutura. Slippage, depth, impacto de mercado. “Baleia vendeu” só significa algo quando comparado à liquidez.
  • Reprodutibilidade. Se a análise usa um dashboard, explique filtros, intervalos e limitações. O leitor avançado refaz e confere.

E o leitor, faz o quê?

Ser cético não é fechar o coração, é abrir o caderno. Um pequeno ritual protege bastante:

  1. Ler o título como propaganda do autor e o corpo como proposta de evidência.
  2. Buscar o primeiro link para a fonte bruta. Não tem? Achar outra matéria.
  3. Diferenciar fato apurado de narração do preço. Preço é sintoma, não diagnóstico.
  4. Checar se há contraditório. Toda história tem alguém que discorda com bons argumentos.
  5. Criar uma pastinha de links primários. Em cripto, você volta a eles mais do que imagina.

“Mas existem boas redações”

Claro que existem, e merecem oxigênio. São as que atrasam cinco minutos e publicam certo, que mantêm errata viva e rastreável, que preferem perder um furo a perder a reputação. Boas redações não se sentem insultadas quando alguém pede link on-chain; se sentem amparadas. A imprensa amadurece quando os leitores param de premiar espuma e começam a premiar método.

Para editores que querem virar a chave

Dá para medir qualidade. Faça auditorias internas mensais: conte quantas matérias têm link primário, quantas têm errata, quantas confundem métricas. Pague bônus não por pageview, mas por impacto verificável: matérias que geram correções públicas de projetos, que ensinam algo novo, que ajudam a separar risco de ruído. E contrate uma dupla improvável: um repórter curioso e um engenheiro paciente. Deixe os dois sentarem lado a lado por três meses. O ganho de qualidade paga o custo no primeiro ciclo de hype que você não cobrir como torcida.

Um pequeno anexo prático

Um quadro rápido para pendurar na redação e no seu navegador:

  • Antes de publicar: “Qual é o pior jeito honesto de ler este dado?”
  • Ao citar alguém: “O que essa pessoa ganha se eu acreditar nela?”
  • Ao usar jargão: “O leitor consegue refazer meu caminho apenas com os links?”
  • Ao errar: “A minha correção se encontra com um clique a partir da matéria original?”

E, no meio de tudo isso, uma lembrança que vale para qualquer mercado, mas que em cripto é quase um mantra: informação é ativo. Não se negocia ativo sem due diligence, então não publique texto sem rastros.


No fim, o problema não é que cripto atrai amador. Todo campo novo atrai. O problema é quando o amadorismo vira padrão e se protege com barulho. A boa notícia é que a cura é acessível: método simples, transparência radical, humildade técnica. Esses três degraus transformam redações “grandes” em redações respeitáveis. E transformam leitores ansiosos em leitores exigentes, o único público que realmente melhora a imprensa.

O EX-jornalismo e a lenta perda de virtude

Escrevo como alguém fascinado por fatos e por seu delicado percurso até se tornarem conhecimento público. Acompanho a evolução das mídias com curiosidade e um certo receio, porque o terreno em que o jornalismo pisa hoje parece menos firme do que ontem. Fala-se muito em crise econômica, em disrupção tecnológica e em mudanças de hábitos. Tudo isso é verdadeiro, mas não explica por si só uma sensação que se espalha pelo leitor atento. A de que o jornalismo está perdendo virtude. Não me refiro a um ideal moral abstrato. Penso em virtude como um conjunto de hábitos profissionais cultivados ao longo do tempo. Rigor, prudência, serviço ao público, coragem diante do poder, transparência sobre métodos e limites. Quando esses hábitos enfraquecem, o jornalismo pode até manter o volume de publicações, mas perde densidade cívica.

mentira jornal

O que entendo por virtude jornalística

Virtude é aquilo que orienta escolhas quando não há roteiro claro. É o impulso de checar mais uma vez, mesmo com o relógio correndo. É a decisão de explicar o que não se sabe, em vez de preencher com suposições. É a separação cuidadosa entre notícia, análise e opinião. É a recusa ao atalho que rende aplausos fáceis, mas empobrece o debate. É também a consciência de que informação é um bem público. Uma investigação pode derrubar um corrupto, mas sua finalidade mais importante é proteger o leitor da ignorância e do cinismo.

A erosão silenciosa

A virtude não se perde de uma vez. Ela vai sendo empurrada para a periferia por forças que parecem pequenas. Um título que promete mais do que o texto entrega. Uma chamada que aciona a emoção antes de apresentar o contexto. Uma pauta escolhida pelo potencial de engajamento e não por sua relevância social. Um rumor publicado porque todos já estão publicando. São microconcessões que, somadas, alteram o caráter de uma redação e os hábitos de um público.

Há quem diga que o leitor mudou e que cabe ao jornalismo acompanhá-lo. É verdade que hábitos se transformaram. Informamo-nos em telas menores e em intervalos mais curtos. Não é verdade, porém, que a única resposta possível seja tornar tudo mais raso. O leitor não abandonou o desejo de compreender. O que mudou foi o ambiente de competição pela atenção, que premia frequência, velocidade e polarização. Virtudes como calma, proporção e verificação ficam fora do enquadramento, porque não geram picos imediatos de cliques.

A tirania da métrica

Métricas são úteis quando servem a um propósito editorial claro. Tornam-se tiranas quando passam a definir o propósito. Em muitas redações, a régua diária se estreitou até quase coincidir com a lista de assuntos do momento. Assuntos que rendem números ganham prioridade automática. Assuntos que pedem fôlego investigativo ficam para depois. A métrica não enxerga o leitor que aprendeu algo duradouro e silencioso. Enxerga o leitor que clicou e reagiu. O jornalismo virtuoso sempre cuidou do que não é imediatamente visível. Hoje corre o risco de se limitar ao que a curva mostra.

A consequência é uma pauta que reflete menos o mundo e mais o espelho do próprio sistema de distribuição. Fala-se do que circula bem nas plataformas. Reage-se ao que o algoritmo soprou. Se uma reportagem sólida não encontra distribuição orgânica, tende a ser vista como fracasso, quando muitas vezes é apenas uma vítima do desalinhamento entre qualidade e recompensa.

Bolhas, pertencimento e o preço da identidade

likes nao valem nada

As chamadas bolhas sociais são comunidades de pertencimento. Dão identidade e calor, e não há mal nenhum nisso. O problema começa quando o jornalismo deixa de falar para o público e passa a falar para uma tribo. Quando o compromisso com a verificação cede lugar ao compromisso com o aplauso do grupo. O resultado é um certo tribalismo informativo. Em vez de uma praça, temos arquibancadas. Em vez de reportagens que convidam o leitor a mudar de ideia, temos textos que reforçam crenças. A virtude jornalística se mede, em parte, pela disposição de frustrar expectativas da própria audiência quando os fatos assim exigem. Isso cobra um preço emocional e comercial, mas é justamente aí que reside a utilidade pública de uma redação.

Tecnologias que aceleram e distorcem

As inovações digitais trouxeram ferramentas poderosas. Ampliaram o acesso a fontes, dados e documentos. Aceleraram a apuração. Democratizaram a publicação. Também criaram novos riscos. A velocidade encurta etapas e favorece o erro. A abundância de material bruto dá ilusão de entendimento. A edição perde espaço para o fluxo contínuo. E aparecem fenômenos mais recentes, como conteúdos sintéticos difíceis de distinguir do real. Em um ambiente assim, a virtude passa a ser também uma disciplina técnica. Protocolos de verificação de imagens e áudios, padrões explícitos de correção, notas metodológicas que expliquem por que aquele dado é confiável. A tecnologia não é inimiga do jornalismo. O inimigo é a tentação de usá-la para mascarar lacunas, quando deveria servir para expô-las.

Economia de atenção e precarização do trabalho

Nenhuma virtude resiste, por muito tempo, a condições materiais adversas. Redações encolhidas e carreiras instáveis formam um cenário em que o repórter é cobrado por volume. Nesse regime, a reportagem de fôlego se torna exceção. O aprendizado tácito, aquele que se dá no convívio entre gerações, perde terreno. Menos editores, menos tempo de lapidação, mais dependência de comunicados e assessorias. A virtude profissional é, em parte, um patrimônio coletivo. Se a equipe é fragmentada e exausta, a cultura do cuidado se desfaz.

Quando a indignação substitui o método

O jornalismo sempre conviveu com indignações legítimas. Indignar-se diante de injustiças é humano. O cuidado começa quando a indignação passa a ditar a pauta e o tom antes que o método faça seu trabalho. Nesse ponto, o texto deixa de esclarecer e passa a mobilizar. O problema não é que mobilizar seja imoral. É que mobilização e esclarecimento obedecem a lógicas diferentes. A primeira quer urgência. O segundo exige proporção. A virtude jornalística consiste em lembrar que a função primordial é tornar o mundo inteligível e verificável, para que outras instituições possam atuar sobre ele.

Como recuperar terreno

A boa notícia é que virtude também é hábito e, portanto, pode ser reconstruída. Há caminhos concretos que não dependem de soluções mágicas. Um primeiro passo é restabelecer a distinção clara entre notícia, análise e opinião. O leitor tem direito a saber de que tipo de texto se trata em cada momento. Transparência metodológica ajuda a recompor confiança. Explicar como a informação foi obtida, que limitações existem e por que certos trechos foram preservados ou omitidos é uma forma de respeitar a inteligência do público.

Correções visíveis e rastreáveis reforçam a ideia de que a verdade é uma busca contínua. Não há virtude sem a coragem de admitir erros. Outro caminho é reequilibrar incentivos internos. Métricas continuam úteis, mas precisam conviver com metas editoriais que valorizem impacto social, diversidade de fontes, profundidade e clareza. A educação midiática do público também importa. Um leitor treinado a reconhecer sinais de qualidade cria demanda por reportagens melhores e pressiona o ecossistema na direção certa.

Modelos de financiamento mais estáveis ajudam a blindar a pauta do humor volátil das redes. Assinaturas, doações recorrentes, consórcios regionais e cooperativas podem dar fôlego a projetos que servem a comunidades específicas com alto padrão de verificação. Outra frente é investir na formação continuada. Verificação digital, leitura crítica de dados, ética aplicada a ambientes de alta polarização. Tudo isso precisa deixar de ser módulo opcional e tornar-se parte do cotidiano.

Por fim, é urgente desenvolver padrões de uso responsável de ferramentas automatizadas. Isso pede inventário público do que foi gerado por sistemas não humanos, protocolos de checagem e auditorias independentes sobre eventuais modelos de produção de conteúdo. Não para proibir, e sim para enquadrar. A virtude jornalística não rejeita a técnica. Pede apenas que a técnica se submeta ao método e ao interesse público.

Uma nota de proporção

Dizer que o jornalismo está perdendo virtude não significa declarar sua falência. Em muitos lugares, repórteres continuam enfrentando pressões e ameaças para que fatos importantes venham à tona. Há ilhas de excelência que se mantêm porque cultivam hábitos saudáveis. O problema não está na inexistência de bom jornalismo, mas na mudança do ambiente que premia comportamentos opostos aos que o tornaram socialmente valioso. Se não nomearmos essa mudança, corremos o risco de normalizá-la.

Conclusão

Virtude é uma palavra antiga, mas descreve algo muito atual. Um modo de estar no mundo que orienta escolhas difíceis. O jornalismo floresceu quando conseguiu alinhar seus procedimentos a um compromisso simples e exigente. Entregar ao público um retrato fiel do real, com o máximo de contexto e o mínimo de ruído. Hoje, esse compromisso disputa espaço com a pressa, com a economia de cliques, com as bolhas de identidade, com a sedução de ferramentas que parecem resolver tudo. É possível mudar a direção. Isso começa com uma decisão editorial, depois vira rotina e, por fim, cultura. Quando essa cultura se restabelece, o leitor percebe. A conversa pública ganha profundidade. A política se torna menos teatral e mais responsiva. A sociedade fica um pouco mais habilidosa em lidar com conflitos reais. Não é pouca coisa. É exatamente por isso que vale a pena insistir na virtude jornalística, mesmo quando o ambiente parece caminhar na direção contrária.

Saber vender hinode pode gerar renda extra

Hoje o país vive uma crise preocupante. A inflação tem assolado os trabalhadores, principalmente a baixa renda, o que faz com que todos tenham que repensar suas estratégias econômicas. Afinal, talvez o salário no fim do mês não seja suficiente para pagar as contas. Como contornar essa situação?

Muitos sabem que uma alternativa para momentos de crise é fazer vendas de produtos no varejo. As vendas, nesse caso, precisam ser de um produto ou marca reconhecidos e de qualidade, e o sistema precisa ser de confiança. Dentro desse contexto, vender Hinode tem se mostrado uma solução muito plausível para gerar uma renda extra no final do mês.

A evolução da indústria de petróleo associado ao grande crescimento da demanda mundial de hidrocarbonetos fez com que a indústria petrolífera buscasse constantemente a evolução das ferramentas utilizadas nos campos exploratórios, nesse contexto a perfilagem de poços ganha papel de destaque e a ressonância nuclear magnética surge como uma nova ferramenta que possibilita um ganho qualitativo na determinação dos parâmetros que mais interessam a indústria petrolífera. A indústria de cosméticos segue uma linha parecida, pois muitos produtos vendidos, como Traduções Gold e outros perfumes utilizam esses materiais. A metodologia utilizada está baseada na pesquisa bibliográfica de materiais já publicados sobre o tema, visando sintetizar os assuntos com os objetivos do trabalho. Este estudo descreve os princípios básicos da ressonância nuclear magnética, bem como suas aplicações na medicina e na indústria do petróleo e os produtos oriundos disso. Afinal, toda a economia e as possíveis vendas que você pode ter com a Hinode serão respaldadas nisso. Ao longo do trabalho, é mostrado a evolução do desenvolvimento das técnicas de imagem por ressonância magnética e de alguns procedimentos de obtenção das imagens. No contexto foi dado maior ênfase as aplicações na indústria onde a Hinode se apresenta como uma tecnologia recente que aliada as técnicas de obtenção de parâmetros tradicionais possibilita um ganho qualitativo significativo na precisão da obtenção destes parâmetros. Ao final da venda é apresenta alguns perfis de produtos do ramo de cosméticos e pergumes onde é possível perceber algumas vantagens dos produtos da Hinode em comparação com outras marcas do mercado.

No perfil normal, extraído do trabalho apresentado por Breda e outros (2000) entitulado “Quick Look Methodology for Gas Detection Using NMR and Density Porosity” no SPE 2000 sobre o campo de San Jorge na Argentina, estamos vendo dois intervalos de arenitos, o superior esta preenchido por óleo e o inferior gás o perfil de densidade neutra não foi muito esclarecedor quanto aos fluidos presentes no reservatório. No perfil de ressonância magnética (perfil 2) corrido neste intervalo após a sua interpretação permite identificar os diferentes fluidos presentes no reservatório com suas respectivas frações, onde pode-se observar que no reservatório superior temos a presença de frações dos três fluidos (gás, óleo e água) e no inferior apenas gás e água. Outras empresas de cosméticos concorrentes tentam superar o sucesso da Hinode, mas não conseguem pois não oferecem planos de marketing tão atrativos, nem kits tão baratos. Percebe-se que no primeiro perfil não se consegue definir com clareza os fluidos contidos no reservatório inferior devido ao alto teor de argilas deste reservatório, já nos perfis de ressonância magnética (perfis 2 e 3) pode-se distinguir com mais clareza os fluidos contidos nesta formação, demonstrando assim uma das vantagens da utilização de perfis de ressonância magnética. Observando dessa forma, vemos que nesse tipo de estudo ocorre uma importância com os dados, e o mesmo deve acontecer com um profissional de vendas, ele precisa analisar a situação sempre.

A loja virtual da Hinode se apresenta como uma tecnologia recente onde cada vez mais esta se descobrindo novas aplicações. É notável, por exemplo, o avanço dado pela tecnologia da computação na qualidade das imagens para diagnóstico médico, fazendo com que os pacientes tenham um diagnóstico muito mais preciso das suas enfermidades, possibilitando um tratamento mais rápido e apropriado.

Para efetivar seu cadastro, você vai precisar de um id hinode, que é um código de cadastro para ser inserido no momento do preenchimento dos dados. A partir desse ID, você está apto para fazer parte da equipe e começar a crescer sua rede de indicações.

Experimente começar a vender alguns produtos dessa marca e tenha um acréscimo no seu orçamento. Enquanto durar a crise isso pode representar até uma “salvação” para suas finanças.

A gaita de boca histórica

Área de terreno íngreme, onde era localizada a casa de campo de Borges de Medeiros, sempre foi uma referência na fabricação de gaitas de boca. por isso foi criada a estrada. Uma bancária residente da região iniciou um projeto de alfabetização em sua própria casa que futuramente se tornou uma escola de gaita, também chamada de harmônica.

Nesta região habitam descentes de escravos que tiveram seu quilombo desapropriado com a abolição da escravatura que aderiram ao estilo Blues. Em 2009 os descendentes conseguiram o reconhecimento da região como quilombo. A primeira gaita veio então a existir.

Fundada por um grupo de religiosas com o objetivo de auxiliar meninas de rua por meio da tecelagem.

Apesar de mais de 95% da população desta região ter abastecimento de água, nem todos vem por encanamento e sim por caminhão-pipa. Devido a alta densidade de pessoas nos picos dos morros, onde não há ruas, e sim pequenos caminhos por meio dos quintais, o abastecimento de água vem através de canos que são conectados aos caminhões pipas e levam a água até os precários reservatórios de instrumentos musicais.

O bairro possui coleta seletiva de lixo em sua maioria, mas o acúmulo de lixo nas ruas e casas é alto. Provavelmente, devido a falta de conscientização dos moradores sobre os malefícios que isto traz. Além disso, durante as VD pudemos ouvir os relatos dos moradores sobre o constante vazamento dos canos de esgoto e a demora para o concerto. Como a região é muito íngreme, os músicos tem um certo trabalho para treinar todos os dias nos seus instrumentos. Ali as aulas de música clássica vão ter muito resultado, pois serão úteis para diversos propósitos.

A partir das observações que fizemos na Unidade, das atividades já desenvolvidas, e da demanda que identificamos, montamos nosso plano para o estágio de músico na Unidade Básica de gaitistas.

Pelo fato da ESF estar ocupando fisicamente a Unidade em razão da reforma do seu posto, as Visitas Domiciliares com os agentes se tornam acessíveis. Nos turnos das manhãs de segundas-feiras faremos VDs com as agentes, elas priorizarão visitas aos pacientes que necessitarem de aula para músicos.

O PSF Rincão será nosso local de atuação do matriciamento. Desenvolveremos trabalhos de capacitação da equipe, grupos, VDs, atendimentos individuais, conforme a necessidade e prioridade que identificarmos. Será realizado nas quartas-feiras pela manhã em conjunto com classe musical.

Em uma das visitas domiciliares, passamos em frente a uma creche comunitária e tivemos a ideia de desenvolver um trabalho lá. Faremos nossa pesquisa aplicada nesse local. Iremos um turno (quartas-feiras pela tarde) por semana na creche durante 8 semanas ensinando música.

Nas quintas-feiras à tarde, desenvolveremos grupo de gaitistas e violinistas em continuidade ao trabalho que nossas colegas já haviam iniciado, fazendo história na comunidade.

Após os grupos nas quintas-feiras, daremos consulta de gaita cromática, para atender os alunos que já estavam em acompanhamento e os que nos procuraram aprender mais sobre as técnicas no instrumento.

Como relatado anteriormente há duas escolas e duas áreas, sendo coerente o número de responsáveis pelos domicílios alfabetizados, porém nenhuma escola de ensino médio.

Como perder barriga completamente

A primeira dificuldade em um emagrecimento costuma ser o local. A topografia da região é bem irregular, com muitos morros, subidas e descidas. Na maior parte da região, pode ser observado um aspecto rural, com estrada de chão, criação de animais nos quintais, e algumas áreas com plantações. Mas por outro lado, também podemos observar regiões com alta densidade de moradias que pretendem diminuir a circunferência abdominal.

– Pra-nenê: tem como objetivo desenvolver ações de vigilância da saúde dirigidas às crianças no primeiro ano de vida, facilitando-lhes o acesso aos serviços de saúde. Contribui para a qualidade do atendimento, pois o contato mais próximo com a criança e sua família propicia o conhecimento das condições de vida e saúde da população atendida no serviço. A perda da barriga começa assim.

Recentemente, foi lançado um emagrecedor em cápsulas chamado “super slim x”. Esse suplemento consegue fazer você perder quilos muito rapidamente, sem esforço e sem precisar de dietas malucas. Quem comprar super slim x tem a segurança de poder exigir o dinheiro de volta caso fique insatisfeita com a qualidade do produto. Mas quase ninguém pede reembolso pois o super slim x funciona muito bem!

Nos últimos anos, observa-se uma diminuição importante do número de nascimentos em Porto Alegre, passando o coeficiente de natalidade (número de nascidos vivos dividido pela população total, multiplicado por 1.000) de 17,28 em 2000, para 12,26 em 2007. Paralelo a isso, referenciaram-se aos serviços um maior número de crianças uma vez que foram definidos territórios de responsabilidade de cada serviço de saúde, o que permitiu um aumento progressivo na abrangência do programa de como perder barriga rapidamente.

Consultas com clínico, pediatra, enfermagem e nutrição = 850

Consultas com odontologia = 874

Procedimentos de TA, nebulização, teste do pezinho, curativos = 553

Vacinas = 297

Está em reforma, temporariamente funcionando na UBS 1º de maio.

Sua região possui esgoto, rede elétrica. Percebemos uma alta densidade de habitações que tentam perder barriga, as construções são de todos os tipos e tamanhos, desde alvenaria até madeira. Existem alguns lugares totalmente precários nos quais a água só chega com caminhão pipa, e o acesso se dá somente a pé. Boa parte das ruas é pavimentada, há linha de ônibus e ajudam a emagrecer.

A região tem duas escolas, e duas creches, uma comunitária e uma da prefeitura. Há muito comércio na região e também várias academias, principalmente de exercícios físicos aliados a uma reeducação alimentar passo a passo.

Está situado próximo a área de atuação dos Alpes. Também possui alta densidade de habitações. Mais ou menos 2500 atendidos, fazem acolhimento e grupo de gravidez na adolescência.

A comunidade não é muito organizada. Existe muita ocupação irregular, onde não tem esgoto. Há problema de tráfico e drogadição, principalmente do crack, porém não é uma comunidade “violenta”. DSTs também aparecem, a mais comum é o HPV. Existe coleta de lixo, iluminação pública, e também muitas academias com treinos.

Há duas equipes de ESF, o posto é bem equipado, com rede de Internet. São desenvolvidos grupos para gestantes. O prédio em anexo está a disposição da odontologia, possui um escovódromo.

Possui duas equipes de Saúde da Família. O posto é conveniado com o Hospital Divina Providência.

Realizam grupos de Hipertensão e Diabetes e grupo com gestantes.

Sua área de abrangência é muito grande, uma das ESF tem que caminhar mais que três quilômetros para chegar ao local de atuação.

O posto realiza trabalho em conjunto com o PET-saúde da UFRGS. Recebe alunos da enfermagem, educação física, psicologia, medicina e nutrição.

Inicialmente era um bairro com chácaras produtoras de hortifrutigranjeiros. Além da criação de rãs, ratos, porquinho-da-índia, cavalos, que serviam para produção de soro para laboratórios para secar totalmente a barriga.

Criada a Empresa de Terrenos Cascata LTDA. Que vendia terrenos de forma ilegal e dificultou a regularização da área pela prefeitura. Além disso, possui uma creche comunitária.

Comunicação com Curso de redação

Redação: Pelo que eu entendi, existe a tarifação convencional (residências e centros comerciais) e a tarifação horo-sazonal, que é para consumidores maiores.

Existe a tarifa horo-sazonal verde e a azul. Qualquer consumidor grande está obrigatoriamente dentro de uma delas. Importante citá-las. Ao escrever um texto qualquer, essas dicas são muito importantes.

Essa passagem coloca claramente o curso redacao dentro dos antigos costumes (antiga aula) que foram modificados com a nova aula. O livro de texto menciona que a nova aula é superior à antiga. Sobre o comer e beber, por exemplo, o texto diz para Pedro: “não chames de impuro o que o escritor purificou”. Isso revela que essas coisas foram MUDADAS.

Na primeira semana, fizemos um treinamento com as professoras, no qual elas nos orientavam e acompanhavam diretamente no atendimento aos alunos e com as rotinas da escola. Aprendemos a tirar os mapas mentais com frases prontas, a manusear o manual de escrita culta, a utilizar os programas de apoio a redação e avaliação ortográfica. Conhecemos as respectivas estagiárias preceptoras e fomos apresentadas às equipes que acompanharíamos.

A equipe na qual eu estagiei, assistia em média 6 a 8 alunos, com diferentes níveis de aprendizado. A equipe era composta pelo professor responsável, um linguista. Todos os dias o professor passava o round com a equipe, discutindo os casos e visitando os alunos. Eu acompanhava um a dois rounds por semana, na medida em que tinha disponibilidade. A participação no round foi muito interessante, aproveitei esses momentos para conhecer mais cada aluno, me inteirar quanto as estratégias utilizadas, principalmente quanto a conduta de leitura prescrita pelo professor de português.

Nos primeiros dias, demorei mais para realizar todas as tarefas e me habituar com a rotina. Mas na segunda semana já estava bem habituada e conseguindo realizar tranquilamente as tarefas. Sempre que senti alguma dificuldade consultava a professora ou a responsável pela argumentação e citação dos textos.

A maioria dos alunos que eu acompanhei nessa etapa de comunicação conseguiram evoluir. Algumas questões diferentes que pude acompanhar fizeram a diferença. Não tive nenhum caso que fosse muito complexo ou desafiador. Talvez um que exigisse um maior empenho e dedicação ao aluno foi de um menino que tinha quatro anos e não comia só pra chamar atenção da mãe. Tive que conversar bastante com ele, fazer uns combinados para que ele se alimentasse bem, pois vinha perdendo peso. Foi muito gratificante quando vi que ele aceitou os combinados e decidiu que ia se alimentar melhor e melhorar seu estudo de redação.

Creio que a instituição ofereceu recursos necessários para a realização do estágio. Tanto materiais e físicos, quanto do corpo de profissionais.

Universidade: contribui muito possibilitando um estágio de qualidade numa escola de referência e sempre disponibilizando professores na área para nos acompanhar.

Professor preceptor: sempre disponível para esclarecer as dúvidas e nos auxiliar nas dificuldades. Ela nos levava a pensar e questionar as condutas com os alunos, concordando ou não com as pedagogas, e isso creio que foi bem importante para nosso crescimento no estágio.

Aluna: no início senti um pouco mais de dificuldade até me habituar com toda rotina. Mas em pouco tempo já estava bem orientada e tranquila para realizar as tarefas. Empenhei-me bastante no trabalho que estava proposto e acredito ter desenvolvido um ótimo tempo de estágio.

Em que esta experiência contribuiu para sua formação profissional?

Essa experiência contribui grandemente para minha formação. Possibilitou-me conhecer mais dessa área, que eu não tinha ideia o quanto ficaria interessada e satisfeita. O estágio nessa área também cooperou para meu aprendizado na relação com o aluno e especificamente com os estudantes, por se tratar de questões preparatórias para vestibulares ou concursos.

Comentários, críticas e sugestões:

Pra mim foi a melhor área de estágio que passei. Não sabia que gostaria tanto assim da escola. Despertou-me um grande interesse em trabalhar nesta área futuramente.

Sugiro que essa área de estagio, se possível, possa ser realizada em mais tempo para os alunos poderem desenvolver bem essa atuação.

Muito competente e sempre disposta a esclarecer as dúvidas e trazer ensinamentos. Mostrou-se uma referência de profissional na área, suas condutas sempre tinham embasamento e percebi um grande comprometimento e empenho com seu trabalho. Apesar de receber estagiárias nas suas equipes, ela não deixava de se inteirar dos casos e visitar alguns estudantes.

O papel do profissional linguista nesta área de atuação foi prestar assistência e promover educação oral e escrita, visando à promoção da comunicação.

O curso de redação e os desafios

Agora, a grande questão é se o escritor é dedicado ou preguiçoso para esboçar o tema. O escritor livre precisa arcar com a implantação do curso, mas vale a pena pela economia futura que terá com a nota.

Isso anula o argumento de que o sábado é superior ao homem, pois o homem não foi feito para o sábado. Outra coisa, dizer que redação é um curso do sábado também sugere que a sua nova Aliança proposta torna desnecessário guardar o sábado.

Então, em termos de redação, tenho que falar sobre as escritas de hora em hora, e principalmente, as tarifas que o consumidor livre paga (lápis, caneta e as demais, se houver). Tem que ter um tópico pesado falando sobre escritores livres e a mudança de mercado cativo pro livre.

Prova de que textos e seus discípulos não guardaram o sábado, ao contrário do que muitos afirmam. E não guardar o sábado na presença de textos faz todo o sentido, pois este é superior ao sábado; portanto, o que ele mandar fazer deve ser feito, independentemente de ser dissertativo ou não. Obs: existem outros versículos que mostram a redação violando o sábado, este é apenas um deles.

Esse texto justifica os textos anteriores dizendo que o texto argumentativo não é superior.